Secretaria da Educação do Estado mobiliza estudantes para o ENEM

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A Secretaria da Educação do Estado está desenvolvendo uma série de atividade de mobilização dos estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), por meio da campanha ENEM 100%. O objetivo é auxiliar os estudantes neste planejamento para o desafio que marca a conclusão da Educação Básica e o ingresso no Ensino Superior. Uma das ações neste sentido é a emissão do CPF e do RG, documentos necessários para a realização das provas, em uma parceria com as Secretarias de Segurança Pública (SSP) e de Administração do Estado (SEAB).

A emissão dos documentos está sendo programada para o mês de maio. Mas outras iniciativas já estão sendo desenvolvidas. Neste momento, técnicos da Secretaria da Educação estão visitando as escolas para dialogar com gestores, professores e estudantes sobre a necessidade de atualização de dados do RG e do CPF no Sistema de Gestão Escolar (SGE), justamente para levantar o quantitativo de alunos que ainda não têm os documentos.

“A maioria dos nossos estudantes do Ensino Médio não possuem CPF lançado no SGE. Por isto, esta mobilização para que os dados sejam lançados no sistema. A partir desta atualização, passaremos, nas primeiras semanas de maio, à campanha da emissão de CPF e RG, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e Secretaria de Administração do Estado (SEAB), priorizando cotas de gratuidade para os estudantes residentes em localidades de maior dificuldade de acesso à emissão destes documentos”, afirmou o superintendente de Políticas para a Educação Básica da Secretaria da Educação do Estado, Ney Campello.

No Colégio Estadual David Mendes Pereira, no bairro de Pau da Lima, em Salvador, já foi feito o levantamento dos alunos que ainda não têm RG e CPF, constatando que cerca de 20% dos quase 600 alunos que cursam o 3º ano ainda não têm estes documentos. “Já estamos divulgando para os estudantes a necessidade de tirar esses documentos e sensibilizando-os para as provas no ENEM”, afirma a vice-diretora Fábia Melo.

Os estudantes Lauíne Santana, 20 anos, e Alan Moreira, 19 anos, ambos do 3º ano no David Mendes, já possuem os respectivos documentos, mas pretendem ajudar na campanha para que os colegas que ainda não os possuem se conscientizem da importância de providenciá-los. “Fazer o ENEM é abrir a possibilidade de entrar para o Ensino Superior com o objetivo de obter sucesso profissional futuramente. Mas, para se inscrever, é preciso estar com a documentação exigida nas mãos. Daí, acho muito importante a campanha do ENEM 100%”, opina Lauíne. Alan também faz as suas considerações: “Todos querem entrar na universidade e o ENEM é um caminho. Mas sem documentos não é possível realizar a inscrição”.

O ENEM 100% também compreende ações como a sensibilização para a inscrição no ENEM, cujo período é de 8 a 19 de maio; fortalecimento das aprendizagens; oficinas de redação, aulões das diferentes áreas do conhecimento e simulados. No David Mendes, por exemplo, a partir de setembro, começa mais uma edição do projeto “Se Ligue no Enem”. “A niciativa, realizada desde 2013, visa estimular os estudos dos alunos do 3º ano no seu processo de preparação para as provas. O projeto envolve aulões, aos sábados, ministradas por professores de instituições superiores de ensino, além de oficinas e palestras motivacionais.

Portal da Educação 
Para auxiliar os estudantes na preparação para o ENEM, além das salas de aula, a Secretaria da Educação do Estado disponibiliza mais de quatro mil conteúdos digitais educacionais no Ambiente Educacional Web. São conteúdos de todas as disciplinas das áreas de conhecimento, inclusive vídeoaulas, e de todos os níveis de ensino, produzidos e/ou catalogados por educadores da Rede Anísio Teixeira.

Fonte: Portal da Educação

Ouvidoria da Educação realiza formação com técnicos dos Núcleos Territoriais

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Técnicos dos Núcleos Territoriais de Educação (NTE) estão participando, nestas terça e quarta-feira (25 e 26/07), de encontro formativo promovido pela Ouvidoria da Educação em parceria com a Ouvidoria Geral do Estado (OGE). A atividade, que acontece no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador, tem o objetivo de debater a Ouvidoria como instrumento de participação social e as principais atividades do órgão, que visa aperfeiçoar o atendimento prestado à população em todo o Estado.

O subsecretário da Educação, Nildon Pitombo, falou sobre a importância deste instrumento de aproximação do Estado da sociedade. “A nossa expectativa como educadores é trabalharmos no sentido pedagógico, educando o cidadão para a importância do exercício da cidadania através da instrumentalização da Ouvidoria como ferramenta de participação e controle social. Por isso, devemos estar preparados e munidos de conhecimento para evitarmos os ‘denuncismos’ e para prestarmos o melhor serviço”, afirmou.

Segundo o Ouvidor da Educação, Francisco Neto, o encontro serve também para a troca de experiências e para intensificar ações que popularizem o órgão. “Além do atendimento, temos o acesso direto às escolas por meio do projeto ‘Ouvidoria Vai à Escola’, que promove atividades para incentivar gestores, estudantes, funcionários e professores a conhecerem e procurarem o nosso trabalho. A Ouvidoria da Educação também é a responsável pela gestão da Lei de Acesso à Informação, por isso temos que estar preparados para utilizá-la e disseminá-la como processo democrático do País”.

A assessora técnica da OGE, Juçara Gonçalves Reis, destacou o papel do órgão neste atendimento ao público. “Estamos em primeiro lugar em eficácia no atendimento passivo e isso está ligado a uma boa parceria com todos os órgãos na procura da melhor resposta. Por isso, é importante que os técnicos do NTE procurem a sede da Secretária da Educação sempre que tiverem dúvidas sobre os procedimentos. Ainda lembrando, que o direito de acesso à informação é constitucional e vem cada vez mais se aprimorando”, ressaltou.

Para a técnica da Ouvidoria da Educação, Francineide Braga, do Núcleo Territorial de Educação de Juazeiro (NTE-10), “o trabalho realizado nos diversos cantos do Estado promove uma verdadeira gestão democrática. Acredito que estamos conseguindo aproximar a comunidade escolar e esse encontro acaba nos auxiliando a adquirir conhecimento e a trocar experiências com os colegas”, disse.

Participaram da abertura do encontro o diretor Geral do IAT, Severiano Alves, e o coordenador de Articulação dos Núcleos Territoriais de Educação (CONTE), José Barreto Bittencourt.

Fonte: Portal da Educação / Foto: Liviane Barbosa

 

Estudantes de Uauá desenvolvem repelente com ervas naturais

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O interesse pela iniciação científica aliado à necessidade de proteger a população do Aedes aegypti impulsionaram as estudantes Ingredy Gabrielly Gonçalves dos Santos e Mirella Martins de Souza a desenvolverem o “Natural Repellent”. A pesquisa foi desenvolvida em sala de aula, no âmbito do Projeto Ciência na Escola da Secretaria da Educação do Estado. Com as experiências, as alunas do Colégio Estadual Senhor do Bonfim, em Uauá, localizado no Núcleo Territorial de Educação de Juazeiro (NTE 10), a 427 Km de Salvador, misturaram diferentes ervas encontradas com facilidade na região. O resultado é um produto fácil e barato, que protege os usuários de picadas do mosquito, que também é transmissor da febre amarela.

Segundo o secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro, a Secretaria vem estimulando, cada vez mais, os estudantes para desenvolverem projetos de iniciação científica. “São projetos muito bem elaborados e que possuem o potencial de contribuir para uma melhor qualidade de vida das pessoas, ao tempo em que despertam a vocação de jovens cientistas”, diz Pinheiro.

A estudante Mirella Martins, 16 anos, diz que a ideia foi aumentar as alternativas de proteção, já que o município teve diversos casos das doenças transmitidas pelo mosquito. “Estávamos pensando como podíamos contribuir para diminuir essas enfermidades e, por isto, pesquisamos plantas fáceis de encontrar e decidimos fazer um repelente composto por erva cidreira, capim santo, nim e cravo, além de glicerina para hidratar a pele”, conta.

Mirella explica como fazer o ‘Natural Repellent’. “A gente bate as plantas no liquidificador com um pouco de água. Depois, amassamos o cravo e incluímos tudo numa panela com a glicerina. Esquentamos de cinco a dez minutos e esperamos esfriar”, afirma. A estudante ainda fala que o produto foi testado e teve ótimos resultados. “Nossa maior preocupação era que pudesse dar algum tipo de irritação na pele, mas com o uso da glicerina, que atua como hidratante, conseguimos evitar este problema”, afirmou.

Com a boa repercussão do ‘Natural Repellent’, apresentado na Feira de Ciências da unidade, as estudantes expuseram o projeto na Feira de Iniciação Científica do Sertão do São Francisco, em Juazeiro, e foram selecionadas para a 6ª Feira de Empreendedorismo, Ciência e Inovação da Bahia (FECIBA), que deverá ser realizada no segundo semestre e é promovido pela Secretaria da Educação do Estado.

Fonte: Portal da Educação

Educadores discutem e socializam avanços da Educação Integral na rede estadual

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A Secretaria da Educação do Estado está ampliando a oferta da Educação em Tempo Integral na rede estadual de ensino. Neste ano letivo 93 escolas já ofertam a modalidade, beneficiando 21.093 mil estudantes de 46 municípios. E é com o objetivo de discutir os avanços do Programa de Educação Integral (PROEI), potencializar as ações do programa e fortalecer a relação da escola com as famílias e a comunidade, que a Secretaria da Educação do Estado promove o 1º Encontro Formativo, iniciado nesta terça-feira (25), com atividades até quarta (26), no auditório do Museu de Arte da Bahia, em Salvador.

As escolas inseridas no PROEI têm um projeto pedagógico que leva em consideração a formação humana e integral dos estudantes, preparando-os para a vida a partir de experiências educativas, científicas, artísticas, culturais e esportivas. O superintendente de Políticas para o Desenvolvimento da Educação Básica da Secretaria da Educação, Ney Campelo, falou sobre o diferencial da Educação em Tempo Integral. “Temos experiências riquíssimas na Educação Integral. E pensar em Educação Integral é pensar na missão essencial, que é a formação integral do estudante; é pensar em Arte-Educação como um passo fundamental para a melhoria da Educação”.

O evento contou com a participação do coordenador de Gestão Pedagógica da Secretaria da Educação do Estado do Ceará (Seduc), Rogers Mendes. Ele falou sobre a experiência da rede estadual no Ceará, que conta com 71 escolas do Ensino Médio regular com Educação em Tempo Integral e dos desafios na oferta desta modalidade. “O grande desafio é o desenvolvimento de um currículo que se articule com os projetos de vida dos jovens estudantes, de modo a proporcionar uma educação repleta de sentido. Considerando esta análise, é muito importante que haja uma diversificação dos itinerários formativos. Nas Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral, que no Estado do Ceará funcionam com 45 horas semanais, essa premissa pode se materializar com mais possibilidades”, afirmou.

Experiências positivas
Para o vice-diretor do Colégio Estadual Juiz Farias Góes, em Feira de Santana, Felipe Abreu, a experiência da Educação Integral estreita o contato com os estudantes, contribuindo para o processo de ensino e aprendizagem. “Dei a sorte de entrar, em 2010, para a rede estadual e, hoje, posso dizer que Juiz Góes é o melhor lugar do mundo, onde estão as melhores pessoas e os mais competentes profissionais. Foi com a Educação Integral que quebramos as distâncias entre gestão e alunos, e isto significa uma maior aproximação nossa do universo estudantil. Assim, compreendendo o universo particular do aluno, passamos a não dar ordens e sim encaminhamentos, gerando um diálogo importante e necessário para o processo educacional”, afirmou.

O ex-aluno do Colégio Estadual Ypiranga, Bruno Oliveira, hoje funcionário da unidade escolar e estudante universitário de História, depôs com entusiasmo sobre a Política de Educação Integral do Estado. “Sou fruto da Educação Integral. Falar desta modalidade é falar do Ypiranga, onde cheguei aos dez anos e conclui o Ensino Médio em 2015, aos 17 anos. Mas fui logo convidado para continuar na escola para ajudar nas atividades integrais. Foi a partir daí que me apaixonei ainda mais pela Educação Integral por entender que é uma forma de aproximar mais aluno e professor e, consequentemente, melhorar o processo de ensino e aprendizagem”, disse.

O professor do Colégio Estadual Luiz Tarquínio, Claudio Faria, ressaltou que a profissão de professor requer a manutenção do encantamento e de perceber o universo do outro cotidianamente. “Particularmente na Educação Integral, o que mais me encanta são os seus pressupostos básicos: a multiplicidade de dimensões, o que significa entender que o estudante é um corpo dotado de subjetividades; a multiplicidade do tempo, observando que é preciso respeitar o tempo de aprendizado de cada um, e multiplicidade de espaço, entendendo que a sala de aula não é o único local onde se dá o processo de ensino e aprendizagem”, enumerou.

Fonte: Portal da Educação

Candidatos que solicitem isenção no Enem precisam comprovar baixa renda

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O processo para requerer a gratuidade da inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017 mudou e os candidatos que pretendem solicitar a isenção devem ficar atentos. A partir deste ano, esses estudantes devem apresentar a comprovação de renda familiar completa, inclusive o Número de Identificação Social (NIS), que permite identificar aqueles que estão cadastrados em programas sociais. O objetivo é evitar fraudes e garantir o direito aos que realmente precisam.

“O que a gente deve combater, evidentemente, é a fraude, o uso indevido de uma gratuidade por parte de pessoas que, a rigor, têm renda elevada e que não deveriam utilizar esse mecanismo, destinado aos mais pobres do Brasil”, afirmou o ministro da Educação, Mendonça Filho. Até a última edição do Enem, os pedidos de gratuidade eram feitos unicamente por meio de uma declaração do candidato, informando que se enquadrava na faixa de baixa renda familiar.

A isenção da taxa segue garantida aos concluintes do ensino médio em escolas públicas e também contemplados pela Lei nº 12.799/2013, que dispõe sobre esse benefício nos processos seletivos de ingresso em cursos das instituições federais de educação superior. De acordo com o texto, podem solicitar isenção os concluintes de ensino médio em escola pública ou em escola privada com bolsa de estudos integral e que tenham renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio por integrante da família.

A presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, destaca que o candidato que solicite isenção mas deixe de fazer a prova vai precisar justificar a ausência, caso queira solicitar gratuidade na edição seguinte do exame. Será aceito atestado médico ou documento robusto que comprove a impossibilidade do comparecimento.

“Nós tivemos no ano passado uma massa enorme de alunos, mais de 1 milhão, que fizeram a inscrição, se beneficiaram da gratuidade e sequer consultaram no aplicativo o local de suas provas. Então, o Inep e o MEC imprimem a prova, contratam o transporte, alugam a sala, e simplesmente essas pessoas não vão, uma medida de irresponsabilidade com o gasto público”, falou Maria Inês Fini.

As inscrições para o Enem 2017 começam no dia 8 de maio e vão até o dia 24 do mesmo mês.

 

Fonte: MEC

Secretaria da Educação convoca coordenadores pedagógicos para atuação nas escolas

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Com o objetivo de fortalecer o eixo pedagógico nas escolas, a Secretaria da Educação do Estado está convocando os coordenadores pedagógicos que estão fora das escolas para retornar às unidades escolares. A decisão foi publicada no Diário Oficial da sexta-feira (21) e faz parte das ações adotadas pela Secretaria para a implantação de uma coordenação pedagógica em cada colégio da rede, até o final de 2017.

“Precisamos cuidar do professor e do mais importante a ser alcançado que é o estudante. A Tecnologia é importante, mas é ferramenta, é acessório. Já a pedagogia não pode ser uma agenda, um livro, um papel. Toda escola com coordenação pedagógica, como propulsor de transformação, é o desafio pautado para toda a Secretaria da Educação, que se coloca como ferramenta, como apoio”, destaca o secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro.

De acordo com a Portaria nº 2675/2017, todos os coordenadores pedagógicos que estejam atuando fora da unidade escolar, com exceção para os educadores investidos em cargo de comissão, devem formalizar requerimento de remoção até o dia 3 de maio, manifestando opções pelas escolas disponíveis e indicadas pela Secretaria para a atuação. Os coordenadores pedagógicos devem protocolar o requerimento na sede do Núcleo Territorial de Educação (NTE) de seu exercício, onde indicará três unidades e os municípios de interesse para a remoção.

Para os preenchimentos das vagas serão observados critérios de classificação presentes na Portaria nº 2675/2017. É importante ressaltar que a remoção independe de autorização ou conhecimento do superior hierárquico da unidade e os casos de omissão serão resolvidos pela Superintendência de Recursos Humanos da Secretaria da Educação do Estado.

Fonte: Portal da Educação

Secretaria abre processo seletivo interno para profissionais da Educação Profissional

A Secretaria da Educação divulga está com edital aberto para processo seletivo interno de servidores da rede estadual de ensino para atuar no projeto de Educação Profissional junto à Secretaria da Educação, de acordo com o edital SUPROT/SEC nº 01/2017. Serão selecionados 37 professores efetivos do magistério com formação em pedagogia e especialização em gestão pública. Outras 23 vagas são destinadas ao cadastro de reserva para atuar no Programa de planejamento, monitoria e avaliação da gestão dos centros e cursos de educação profissional da Bahia junto à Secretaria da Educação.

Os profissionais devem fazer as inscrições no período de 19 a 27 de abril, no prédio sede da secretaria da Educação, seguindo as orientações contidas no Edital.  

Fonte: Portal da Educação

 

Educadores discutem reestruturação das provas de certificação para os Ensinos Fundamental e Médio

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Professores da rede estadual, que atuam nas Comissões Permanentes de Avaliação (CPA) – responsáveis pela aplicação dos exames de certificação para os Ensinos Fundamental e Médio, além de coordenadores pedagógicos e revisores que atuam nas CPA participam da III Oficina Pedagógica para a Elaboração de Itens das Comissões. O evento, que começou ontem e segue até esta quarta-feira (19), acontece no Centro Estadual de Educação Profissional em Saúde do Centro Baiano, localizado em Feira de Santana (há 108 km de Salvador), na região Centro Norte do Estado.

O objetivo é discutir a política de certificação do Estado, socializar avanços do Sistema CPA Online e orientar a elaboração de itens – questões das avaliações – que irão constituir e formar o banco estadual de itens do CPA. A ideia é padronizar as provas, a partir de parâmetros nacionais de elaboração de itens, conforme explica a coordenadora do Ensino de Jovens e Adultos (EJA) da Secretaria da Educação do Estado, Rita de Cássia Oliveira.

“Com isso, passaremos a rodar provas padronizadas para todo o Estado, porque atualmente cada CPA elabora suas questões. A partir dessa padronização, os itens passam a ser de um único banco. Isso vai gerar melhor qualidade nas questões elaboradas, riqueza no número e diversidade de itens, com uma série de possibilidades de criação de novas questões. Será um ganho que a gente vai ter com o banco estadual de itens’, explica a coordenadora. Além disso, acrescenta Rita de Cássia Oliveira, o Sistema CPA Online será ampliado, otimizando o trabalho que a Secretaria vem desenvolvendo nas comissões, para atender um maior número de candidatos, com maior qualidade e um tempo mais curto, no que diz respeito certificação da Educação Básica.

Moema de Abreu, professora do Colégio da Polícia Militar Rômulo Galvão, em Ilhéus (há 446 km de Salvador), na região Sul do Estado, é uma das participantes do encontro e fala sobre a importância desta padronização dos itens e da otimização do sistema. “Este aperfeiçoamento no sistema irá facilitar bastante a vida do professor e do candidato que vai fazer a CPA. Será mais prático, porque sem sair de casa, o candidato poderá acessar o sistema, fazer sua inscrição, ver sua nota, seu certificado e até solicitar atestado. É um ganho de tempo, principalmente, para quem reside distante da escola”, comemora.

De acordo com a coordenadora da Educação Básica, do Núcleo Territorial de Educação de Feira de Santana (NTE 19), Waleska Cordeiro de Lima, é pertinente a ideia de discutir os itens da CPA, já que é uma avaliação diferente da modalidade de aprendizado. “Discutir sobre a Educação de Jovens e Adultos é oportunizar a este público ir além; é dar uma nova chance a alguém que, por algum motivo, teve que interromper os estudos. Este encontro é justamente para isso: subsidiar a elaboração dos itens e repensar de forma criteriosa a elaboração dessa prova, que não vai simplesmente avaliar uma unidade ou um semestre, vai avaliar um percurso, o que o indivíduo traz e o que ele formou durante sua vida e dos conteúdos das diversas disciplinas de acordo com a modalidade, sejam elas do Ensino Fundamental ou Médio”.

De acordo com a coordenadora da Educação Básica, do Núcleo Territorial de Educação de Feira de Santana (NTE 19), Waleska Cordeiro de Lima, é pertinente a ideia de discutir os itens da CPA, já que é uma avaliação diferente da modalidade de aprendizado. “Discutir sobre a Educação de Jovens e Adultos é oportunizar a este público ir além; é dar uma nova chance a alguém que, por algum motivo, teve que interromper os estudos. Este encontro é justamente para isso: subsidiar a elaboração dos itens e repensar de forma criteriosa a elaboração dessa prova, que não vai simplesmente avaliar uma unidade ou um semestre, vai avaliar um percurso, o que o indivíduo traz e o que ele formou durante sua vida e dos conteúdos das diversas disciplinas de acordo com a modalidade, sejam elas do Ensino Fundamental ou Médio”.
Fonte: Portal da Educação

Convocados no Programa Primeiro Emprego começam a trabalhar no Estado

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Os primeiros 28 estudantes egressos da educação Profissional selecionados por meio do Programa Primeiro Emprego para trabalhar nas secretarias e outros órgãos estaduais já estão atuando em suas áreas de formação. O grupo integra os 500 convocados, em março deste ano, a partir de um ranking baseado no desempenho escolar. Eles foram contratados com carteira assinada e começaram a trabalhar na rede estadual de ensino e na Secretária de Desenvolvimento Rural (SDR), na ultima quarta-feira (12).

Formada como técnica em comercio em 2016, Cassia Barbosa acredita que a realização do sonho da carteira assinada representa o início de uma nova etapa. “Esta oportunidade representa tudo para mim. Uma das principais dificuldades de quem está iniciando uma carreira é a questão da experiência de trabalho. É muito difícil conseguir um emprego sem essa experiência. Por isso essa chance que a gente recebe é tão importante. É um inicio em minha carreira que vai me trazer muito mais segurança para o futuro”.

 

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Para o coordenador de acesso ao mercado da SDR, Luciano Lelis, o principal aspecto do programa é possibilitar que os contratados possam trabalhar em suas áreas de formação. “Buscamos oferecer a estes novos funcionários ferramentas e atividades para que eles possam se desenvolver ainda mais dentro de seus campos atuação. Eles trazem o conhecimento adquirido nos cursos profissionalizantes e aprimoram na prática”, afirma.

A meta do programa é oferecer nove mil vagas até 2018. Até agora, quatro mil jovens já foram convocados e o governo tem buscado jovens em mais 12 municípios baianos. A remuneração nas instituições privadas é a partir de um salário mínimo. Nos órgãos estaduais, além do salário mínimo, o contemplado tem direito a benefícios como Assistência à Saúde dos Servidores Estaduais (Planserv), vale-transporte e auxílio alimentação. Nas duas situações, os estudantes terão suas Carteiras de Trabalho assinadas e todos os direitos garantidos.

De acordo com o superintendente de desenvolvimento do trabalho, Alexandro Reis, o Primeiro Emprego tem uma importância ainda maior pelo momento econômico brasileiro. “O programa surge para dar oportunidade aos jovens e pessoas que nunca tiveram experiência de emprego formal. O governo do estado, através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), localiza o aluno, que precisa ter concluindo ou estar cursando o curso de qualificação profissional ofertado pela Secretária da Educação (SEC)”.

Ainda de Acordo com Alexandre Reis, é muito importante que os estudantes se certifiquem de que seus dados estejam atualizados na página do programa. “As informações de endereço, telefone e e-mail precisam estar corretas porque é dessa maneira que a secretaria se comunica e entra em contato com os selecionados”, ressalta.

Fonte: Portal da Educação

Mais de 35 mil líderes de classe são eleitos nas escolas estaduais

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Mais de 35 mil líderes e vice-líderes de classe foram eleitos para representar os colegas junto à direção das escolas estaduais. O resultado da eleição, realizada de 10 a 13 de abril, foi divulgado, nesta terça-feira (18), pela Secretaria da Educação do Estado. O objetivo do pleito é promover o protagonismo estudantil, de modo que os eleitos possam contribuir para a gestão democrática e participativa nas unidades escolares, tendo como foco a representação dos interesses coletivos pela melhoria da Educação.

Para exercerem as funções de líder e vice-líderes com mais propriedade, os jovens participarão de formações nas unidades escolares nos meses de maio, julho e setembro. Na ocasião, eles serão instruídos sobre suas atribuições, demandas e atividades a serem realizadas. Dentre as atribuições do líder de classe, está a elaboração de um Plano de Ação, que contemple as necessidades da unidade escolar relativas à melhoria do processo de ensino e da aprendizagem.

Cabe aos líderes, também, contribuir para a manutenção do clima escolar colaborativo; estabelecer contato permanente com os demais líderes de classe para a troca de experiências e fazer proposições para melhorias do processo educativo. Além disso, eles também devem estimular o bom relacionamento da classe, através de diálogo e propor reuniões de interesse da classe.

Processo eleitoral 
O processo eleitoral mobilizou estudantes em toda a Bahia. No Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Paramirim (CETEP), localizado em Macaúbas, no Centro-Sul baiano (686 km de Salvador), a eleição envolveu muita arte e cidadania. Além de eleger seus representantes, os estudantes participaram de um concurso para premiar as três urnas eleitorais mais criativas de cada turno. O tema trabalhado na confecção das urnas foi “cidadania e juventude” e os prêmios foram doces e livros.

A estudante Maria Aparecida Costa, 16, foi eleita líder de classe de uma das turmas do curso técnico em Vendas e também ajudou a customizar a urna da turma. “Fiquei muito surpresa com o resultado e, agora, vou buscar melhorias para o CETEP e ajudar os meus colegas no que for preciso. Na nossa urna, colamos imagens de estudantes de diferentes épocas e escrevemos a mensagem ‘Independente da época, exerça a sua função’ para chamar a atenção da comunidade escolar”, revela.

O vice-diretor pedagógico do CETEP, Teotônio Ferreira, fala da importância dos líderes. “Eles impulsionam o trabalho que é desenvolvido, pois acompanham a gestão administrativa e pedagógica, participam de reuniões como as do Conselho de Classe e do Colegiado Escolar, nas quais compartilham ideias e opiniões”, destaca o gestor.

No Colégio Estadual Antônio Sérgio Carneiro, em Salvador, a participação dos estudantes na eleição também muito foi ativa. É o que conta a estudante e líder eleita, Sarajane Gonçalves dos Santos, do 8° ano. “É muito bom poder representar meus colegas, propor ideias que os motivem aos estudos e a terem uma boa convivência na escola”, afirma.

Keila Sousa, 17, do 2º ano do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, localizado em Jacobina, no Centro Norte baiano (341 km de Salvador), já está pensando nas propostas que deverá colocar em prática. “Pretendo colaborar muito com os gestores da escola, participar de reuniões e das decisões a serem tomadas”, diz a estudante.

Fonte: Portal da Educação